domingo, 2 de março de 2008

CELEBRANDO O COMPROMISSO



Atos 20:17-35

Introdução - Neste mês de março temos o privilégio de refletir sobre a nossa caminhada como uma igreja em células. São 4 anos de experiências, lutas, discipulado, evangelização, surgimento de novos líderes na igreja, lágrimas, vitórias, de crescimento. Um versículo da Palavra tem nos inspirado nesses dias, Lamentações 3:21: "Quero trazer à memória aquilo que pode me dar esperança". Trazer à memória é celebrarmos a Deus por aquilo que ele fez, está fazendo e vai fazer em nossa igreja.
- Cremos que temos inúmeros motivos para celebrarmos a Deus, fico a pensar quantas coisas maravilhosas Deus tem feito em nossas vidas, quantas famílias, por exemplo, já foram restauradas na célula. Celebramos a Deus porque ele tem nos dado o privilégio de sermos uma igreja em células no modelo dos 12, que tem como visão: cada casa uma igreja, cada membro um ministro.
- Célula é uma proposta de vida, que se baseia em cinco grandes valores:

1°Vida em comunidade, 2°cuidado com os novos, 3°evangelização, 4°prestação de contas e 5°surgimento de liderança.

Já meditamos a respeito da importância da comunhão, do discipulado e evangelização.

Hoje queremos a partir do testemunho de Paulo relatado em Atos 20:17-35 refletirmos sobre a importância da prestação de contas que entendemos como compromisso.
- A prestação de contas (compromisso) é exemplificada pelo dedo anelar da mão esquerda, onde tradicionalmente utilizamos a aliança do casamento. Da mesma maneira que a prestação de contas é essencial em um casamento, ela também é na vida da igreja e o versículo bíblico que expressa esse pensamento está em Atos 20:17, quando Paulo manda chamar os presbíteros da igreja em Éfeso a fim de prestar contas de sua vida, de seu ministério e também de seu futuro.
- Ao celebrarmos, enfatizarmos, enaltecermos a importância do compromisso que entendemos como prestação de contas, o que podemos aprender com o testemunho bíblico lido?
I - O compromisso de juntos servirmos a Deus- Sempre que refletimos sobre os escritos paulinos algo fica evidente: para o apóstolo Paulo servir é uma questão inegociável (Colossenses 3:23-24). O que mais nos chama atenção na vida de Paulo é que ele é um líder, um pastor, um servo de Deus presente na vida das pessoas. Nos vv. 18-19 ele lembra os presbíteros da igreja de Éfeso que viveu entre eles, esteve junto, participou da vida das pessoas com uma postura de serviço.
- Será que nós líderes de célula, lidres de ministério, lideres de redes, pastores da igreja e geral estamos juntos, lado a lado, compartilhando, nos doando às pessoas em serviço a Deus? Será que como igreja podemos fazer a mesma afirmação que o apóstolo Paulo de que estamos vivendo em serviço? Veja o que está escrito na primeira frase do v.19: "Servi ao Senhor com toda humildade...".
- Na prática o que significa essa proposta que estamos compartilhando com a igreja? Na célula nós temos um pacto que se constitui de 9 posicionamentos e um deles é o posicionamento da prestação de contas e que contém a seguinte declaração: "Comprometo-me a estudar os materiais de treinamento, a participar dos finais de semana para o crescimento espiritual e para treinamento para o ministério; submeto-me aos meus irmãos em Cristo para ser confrontado, corrigido e aconselhado no que for preciso para uma vida cristã madura e frutífera". Por isso, servir a Deus juntamente com os irmãos e irmãs é exercer ministério na célula!
- Veja que interessante isso, Paulo afirma aos presbíteros de Eféso que esteve com eles e serviu a Deus. No v.20 ele diz que serviu pregando e ensinando os princípios de Deus publicamente e de casa em casa; no v.21 ele evangelizou e falou do plano de salvação às pessoas. Ele exerceu seu ministério, servir é exercer ministério é ter a consciência de que Deus nos chamou para sua obra.
- Para servirmos a Deus precisamos buscar capacitação nos treinamentos, encontros, mas também no acompanhamento pessoal na célula, onde somos muitas vezes confrontados, corrigidos e aconselhados para uma vida cristã madura e frutífera que é a conseqüência de quando servimos a Deus.
II - O compromisso de cuidarmos uns dos outros- Sempre que lemos um texto bíblico ele possui um público de origem. A quem Dr. Lucas autor de Atos estava escrevendo? Com toda certeza a todos os crentes de todos os tempos. Atos é um livro como os demais da Bíblia atemporal, basta nos lembrarmos das palavras de Jesus que afirmou que os céus e a terra podem passar, mas as palavras dele não passarão (Lucas 21:33).
- Ao adentrarmos no texto descobrimos que no relato bíblico Paulo está conversando com os presbíteros da igreja, que em nosso entendimento são a liderança, são aqueles que representam o povo, não no sentido de intermediação diante de Deus, mas de governo e pastoreio. No v.28 Paulo dá uma ordem aos presbíteros da igreja de Éfeso, você sabe qual foi essa ordem? "Cuidem de vocês mesmos e de todo o rebanho sobre o qual o Espírito Santo os colocou como bispos, para pastorearem a igreja de Deus, que ele comprou com o seu próprio sangue".
- Em Atos não havia ainda uma institucionalização de funções eclesiásticas, todos os crentes eram engajados e se dedicavam em cuidar uns dos outros. Fica evidente que os pastores precisam cuidar do rebanho de Deus, que os presbíteros precisam cuidar da igreja de Deus, que a liderança da igreja, em todos os níveis, precisa cuidar do povo de Deus, mas temos que cuidar uns dos outros.
- Um exemplo é a postura de Caim que não compreendeu a importância de cuidar de seu irmão Abel. Motivado por inveja, por ódio, Caim matou Abel. Em Gênesis 4:9 Deus pergunta por Abel a Caim e veja só a resposta dele: "Não sei, sou eu o responsável por meu irmão?". Lendo os vv.10-12 percebemos que para Deus somos responsáveis pela vida dos nossos irmãos e irmãs, diferentemente de Caim, temos que cuidar uns dos outros. Temos que cuidar uns dos outros principalmente pelo alerta que encontramos em Atos 20:29-30.
- Os lobos ferozes estão por aí, tentando devorar os crentes, sua fé, seus sonhos, além disso, sempre há no meio do povo de Deus pessoas que propagam idéias distorcidas da Palavra (heresias), mas quando cuidamos uns dos outros impedimos que a heresia tome conta. Cuidado é uma palavra muito profunda, pois ela engloba, carinho, afeto, respeito, estar junto, amor, maturidade e responsabilidade (1 Coríntios 12:25).

III - O compromisso de contribuirmos com a obra de Deus- Penso que ao celebrarmos o compromisso que é o princípio da prestação de contas, temos que nos lembrar das palavras de Jesus citados por Paulo quando ele pergunta: "Há maior felicidade em dar do que em receber?" (Atos 20:35). Para o mundo há mais felicidade em se receber do que dar, mas para a igreja a maior alegria deve ser dar em vez de querermos receber algo.
- Neste final de semana estamos vivendo um momento muito especial de celebração e gratidão a Deus pelos 4 anos de caminhada em célula. Celebrar essa data não significa que os outros anos da igreja não foram válidos, na verdade foram através deles que chegamos a esse momento tão lindo e especial de nossa vida como igreja.
- Além de celebrarmos o que já enfatizamos, estamos a partir desta mensagem incentivando os irmãos e irmãs a renovarem seu compromisso no discipulado. Paulo em Atos 20:22 presta contas aos presbíteros de Eféso dizendo que está compelindo pelo Espírito Santo a ir a Jerusalém, a continuar sua missão que ele mesmo relata nos vv.23-24. Paulo se doou a Deus, abriu mão dos seus sonhos para sonhar os sonhos de Deus. Saiba que temos a missão de pregarmos o evangelho a todas as nações (Mateus 28:18-20).
- Muitas vezes ficamos felizes em comprar um computador novo, um carro novo, uma casa nova, uma roupa, etc. Mas não há alegria maior em dar e em contribuir com a obra de Deus. Quando Paulo lembra as palavras de Jesus ele não está falando apenas da questão financeira, mas de nos doarmos pelo reino de Deus. Compromisso passa por isso, compromisso é o firme propósito de nos doarmos e nos colocarmos nas mãos de Deus.
Conclusão- Somos uma igreja comprometida e que vive os princípios da prestação de contas? Creio que temos procurado viver, mas percebo que há muitos crentes que não querem saber de compromisso, de prestar contas da sua vida, que se esqueceram dos votos assumidos diante de Deus no seu batismo e pública profissão de fé, de entre outras coisas, se submeter à igreja como órgão abençoador instituído por Deus para zelar pela nossa vida espiritual.
- Para vivermos como igreja precisamos de compromisso uns com os outros e com Deus. Neste dia quando estamos celebrando o compromisso de juntos servirmos a Deus, de cuidarmos uns dos outros e de contribuirmos com a obra de Deus vamos inspirados pelo testemunho do apóstolo Paulo e os presbíteros de Éfeso em Atos 20:36-37, nos ajoelhar e orarmos diante de Deus, pedindo que sejamos uma igreja comprometida com esses valores e princípios.
- Que Deus na sua infinita graça e misericórdia nos abençoe e nos ajude. Em nome de Jesus, Amém.
UM FORTE ABRAÇO CARINHOSO DO SEU PASTOR MARCELO B. PROENÇA

ÓTIMA CÉLULA

CELEBRANDO O COMPROMISSO


Celebrando o compromisso

Atos 20:17-35 Introdução - Neste mês de setembro temos o privilégio de refletir sobre a nossa caminhada como uma igreja em células. São 10 anos de experiências, lutas, discipulado, evangelização, surgimento de novos líderes na igreja, lágrimas, vitórias, de crescimento. Um versículo da Palavra tem nos inspirado nesses dias, Lamentações 3:21: "Quero trazer à memória aquilo que pode me dar esperança". Trazer à memória é celebrarmos a Deus por aquilo que ele fez, está fazendo e vai fazer em nossa igreja.
- Cremos que temos inúmeros motivos para celebrarmos a Deus, fico a pensar quantas coisas maravilhosas Deus tem feito em nossas vidas, quantas famílias, por exemplo, já foram restauradas na célula. Celebramos a Deus porque ele tem nos dado o privilégio de sermos uma igreja em célula, que tem como visão: cada casa uma igreja, cada membro um ministro.
- Célula é uma proposta de vida, que se baseia em cinco grandes valores: Vida em comunidade, cuidado com os novos, evangelização, prestação de contas e surgimento de liderança. Já meditamos a respeito da importância da comunhão, do discipulado e evangelização. Hoje queremos a partir do testemunho de Paulo relatado em Atos 20:17-35 refletirmos sobre a importância da prestação de contas que entendemos como compromisso.
- A prestação de contas (compromisso) é exemplificada pelo dedo anelar da mão esquerda, onde tradicionalmente utilizamos a aliança do casamento. Da mesma maneira que a prestação de contas é essencial em um casamento, ela também é na vida da igreja e o versículo bíblico que expressa esse pensamento está em Atos 20:17, quando Paulo manda chamar os presbíteros da igreja em Éfeso a fim de prestar contas de sua vida, de seu ministério e também de seu futuro.
- Ao celebrarmos, enfatizarmos, enaltecermos a importância do compromisso que entendemos como prestação de contas, o que podemos aprender com o testemunho bíblico lido?
I - O compromisso de juntos servirmos a Deus- Sempre que refletimos sobre os escritos paulinos algo fica evidente: para o apóstolo Paulo servir é uma questão inegociável (Colossenses 3:23-24). O que mais nos chama atenção na vida de Paulo é que ele é um líder, um pastor, um servo de Deus presente na vida das pessoas. Nos vv. 18-19 ele lembra os presbíteros da igreja de Éfeso que viveu entre eles, esteve junto, participou da vida das pessoas com uma postura de serviço.
- Será que nós líderes de célula, supervisores, superintendentes, pastores de distrito e geral estamos juntos, lado a lado, compartilhando, nos doando às pessoas em serviço a Deus? Será que como igreja podemos fazer a mesma afirmação que o apóstolo Paulo de que estamos vivendo em serviço? Veja o que está escrito na primeira frase do v.19: "Servi ao Senhor com toda humildade...".
- Na prática o que significa essa proposta que estamos compartilhando com a igreja? Na célula nós temos um pacto que se constitui de 9 posicionamentos e um deles é o posicionamento da prestação de contas e que contém a seguinte declaração: "Comprometo-me a estudar os materiais de treinamento, a participar dos finais de semana para o crescimento espiritual e para treinamento para o ministério; submeto-me aos meus irmãos em Cristo para ser confrontado, corrigido e aconselhado no que for preciso para uma vida cristã madura e frutífera". Por isso, servir a Deus juntamente com os irmãos e irmãs é exercer ministério na célula!
- Veja que interessante isso, Paulo afirma aos presbíteros de Eféso que esteve com eles e serviu a Deus. No v.20 ele diz que serviu pregando e ensinando os princípios de Deus publicamente e de casa em casa; no v.21 ele evangelizou e falou do plano de salvação às pessoas. Ele exerceu seu ministério, servir é exercer ministério é ter a consciência de que Deus nos chamou para sua obra.
- Para servirmos a Deus precisamos buscar capacitação nos treinamentos, encontros, mas também no acompanhamento pessoal na célula, onde somos muitas vezes confrontados, corrigidos e aconselhados para uma vida cristã madura e frutífera que é a conseqüência de quando servimos a Deus.
II - O compromisso de cuidarmos uns dos outros- Sempre que lemos um texto bíblico ele possui um público de origem. A quem Dr. Lucas autor de Atos estava escrevendo? Com toda certeza a todos os crentes de todos os tempos. Atos é um livro como os demais da Bíblia atemporal, basta nos lembrarmos das palavras de Jesus que afirmou que os céus e a terra podem passar, mas as palavras dele não passarão (Lucas 21:33).
- Ao adentrarmos no texto descobrimos que no relato bíblico Paulo está conversando com os presbíteros da igreja, que em nosso entendimento são a liderança, são aqueles que representam o povo, não no sentido de intermediação diante de Deus, mas de governo e pastoreio. No v.28 Paulo dá uma ordem aos presbíteros da igreja de Éfeso, você sabe qual foi essa ordem? "Cuidem de vocês mesmos e de todo o rebanho sobre o qual o Espírito Santo os colocou como bispos, para pastorearem a igreja de Deus, que ele comprou com o seu próprio sangue".
- Em Atos não havia ainda uma institucionalização de funções eclesiásticas, todos os crentes eram engajados e se dedicavam em cuidar uns dos outros. Fica evidente que os pastores precisam cuidar do rebanho de Deus, que os presbíteros precisam cuidar da igreja de Deus, que a liderança da igreja, em todos os níveis, precisa cuidar do povo de Deus, mas temos que cuidar uns dos outros.
- Um exemplo é a postura de Caim que não compreendeu a importância de cuidar de seu irmão Abel. Motivado por inveja, por ódio, Caim matou Abel. Em Gênesis 4:9 Deus pergunta por Abel a Caim e veja só a resposta dele: "Não sei, sou eu o responsável por meu irmão?". Lendo os vv.10-12 percebemos que para Deus somos responsáveis pela vida dos nossos irmãos e irmãs, diferentemente de Caim, temos que cuidar uns dos outros. Temos que cuidar uns dos outros principalmente pelo alerta que encontramos em Atos 20:29-30.
- Os lobos ferozes estão por aí, tentando devorar os crentes, sua fé, seus sonhos, além disso, sempre há no meio do povo de Deus pessoas que propagam idéias distorcidas da Palavra (heresias), mas quando cuidamos uns dos outros impedimos que a heresia tome conta. Cuidado é uma palavra muito profunda, pois ela engloba, carinho, afeto, respeito, estar junto, amor, maturidade e responsabilidade (1 Coríntios 12:25).

III - O compromisso de contribuirmos com a obra de Deus- Penso que ao celebrarmos o compromisso que é o princípio da prestação de contas, temos que nos lembrar das palavras de Jesus citados por Paulo quando ele pergunta: "Há maior felicidade em dar do que em receber?" (Atos 20:35). Para o mundo há mais felicidade em se receber do que dar, mas para a igreja a maior alegria deve ser dar em vez de querermos receber algo.
- Neste final de semana estamos vivendo um momento muito especial de celebração e gratidão a Deus pelos 10 anos de caminhada em célula. Celebrar essa data não significa que os outros 59 anos da igreja não foram válidos, na verdade foram através deles que chegamos a esse momento tão lindo e especial de nossa vida como igreja.
- Inclusive, nessa semana que se passou tive o privilégio de me ater à história da 1ª IPI de Londrina, lendo dois trabalhos históricos. O primeiro relatando a história dos pioneiros da cidade de Londrina, nos quais temos inúmeras famílias que foram e formaram o núcleo da 1ª IPI de Londrina em idos de 1932. Um segundo intitulado de o Apóstolo Pé Vermelho relatando a vida e obra do Pr. Jonas Dias Martins que se funde e confunde com a história de nossa igreja. Lendo esses dois materias posso afirmar que para a glória de Deus a nossa história sempre foi cercada por serviço, cuidado mútuo e com toda certeza por pessoas que contribuíram talvez até com suas vidas para a obra de Deus.
- Além de celebrarmos o que já enfatizamos, estamos a partir desta mensagem incentivando os irmãos e irmãs a renovarem seu compromisso missionário. Paulo em Atos 20:22 presta contas aos presbíteros de Eféso dizendo que está compelindo pelo Espírito Santo a ir a Jerusalém, a continuar sua missão que ele mesmo relata nos vv.23-24. Paulo se doou a Deus, abriu mão dos seus sonhos para sonhar os sonhos de Deus. Saiba que temos a missão de pregarmos o evangelho a todas as nações (Mateus 28:18-20) como missionários em Londrina, no Brasil e mundo afora.
- Muitas vezes ficamos felizes em comprar um computador novo, um carro novo, uma casa nova, uma roupa, etc. Mas não há alegria maior em dar e em contribuir com a obra de Deus. Quando Paulo lembra as palavras de Jesus ele não está falando apenas da questão financeira, mas de nos doarmos pelo reino de Deus. Compromisso passa por isso, compromisso é o firme propósito de nos doarmos e nos colocarmos nas mãos de Deus.
Conclusão- Somos uma igreja comprometida e que vive os princípios da prestação de contas? Creio que temos procurado viver, mas percebo que há muitos crentes que não querem saber de compromisso, de prestar contas da sua vida, que se esqueceram dos votos assumidos diante de Deus no seu batismo e pública profissão de fé, de entre outras coisas, se submeter à igreja como órgão abençoador instituído por Deus para zelar pela nossa vida espiritual.
- Para vivermos como igreja precisamos de compromisso uns com os outros e com Deus. Neste dia quando estamos celebrando o compromisso de juntos servirmos a Deus, de cuidarmos uns dos outros e de contribuirmos com a obra de Deus vamos inspirados pelo testemunho do apóstolo Paulo e os presbíteros de Éfeso em Atos 20:36-37, nos ajoelhar e orarmos diante de Deus, pedindo que sejamos uma igreja comprometida com esses valores e princípios.
- Que Deus na sua infinita graça e misericórdia nos abençoe e nos ajude. Em nome de Jesus, Amém.
UM FORTE ABRAÇO CARINHOSO DO SEU PASTOR MARCELO B. PROENÇA

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

VENCENDO OS TRAUMAS E ENCERRANDO OS ARGUMENTOS


TEXTO: ISAÍAS 38.

Quem nunca ouviu falar sobre a história do rei Josias. Ele assumiu o reinado quando ainda era uma criança, com apenas oito anos. Ele cresceu e se tornou um rei que agradou o coração de Deus. Observe o currículo do rei Josias e veja como é possível servir a Deus independente da idade, e que é possível ser íntegro e reto independente de sua história familiar.O bisavô de Josias foi o rei Ezequias, homem temente a Deus. Ele, apesar de ser um rei de ações aprovadas, demonstrava ser ferido em suas emoções. A Bíblia relata que um dia ele ficou doente e recebeu a visita do profeta Isaías que lhe disse: “os teus dias estão contados”. O rei ao ouvir tal notícia chorou amargamente e pediu a Deus que ficasse curado. Então, o Senhor lhe concedeu mais 15 anos de vida e, nesse período, tornou-se um rei soberbo (Is 38). “Naqueles dias Ezequias adoeceu mortalmente; e orou ao SENHOR, o qual lhe falou, e lhe deu um sinal. Mas não correspondeu Ezequias ao benefício que lhe fora feito; porque o seu coração se exaltou; por isso veio grande ira sobre ele, e sobre Judá e Jerusalém. Ezequias, porém, se humilhou pela exaltação do seu coração, ele e os habitantes de Jerusalém; e a grande ira do SENHOR não veio sobre eles, nos dias de Ezequias.” (II Cr 32:24-26)O rei Ezequias gerou Manassés, um filho que desagradou em extremo a Deus levantando altares a ídolos falsos, postes-ídolo e restaurando todo nível de idolatria e paganismo. Um dia ele acabou preso pelos assírios e levado para a Babilônia com um gancho no nariz e cadeias de bronze. Somente após esses acontecimentos ele se converteu e começou a pensar no Deus de Israel. “Tinha Manassés doze anos de idade, quando começou a reinar, e cinqüenta e cinco anos reinou em Jerusalém. E fez o que era mau aos olhos do SENHOR, conforme as abominações dos gentios que o SENHOR lançara fora de diante dos filhos de Israel.” (II Cr 33:1,2)Amom, filho de Manassés, teve um reinado pior do que o pai. Construiu muito mais altares, levantando postes-ídolo, e não se humilhou diante de Deus. Foi um rei tão mau que acabou sendo assassinado em casa pelos próprios oficiais. (II Cr 33: 20-25). Finalmente, Amom é sucedido pelo filho, Josias, que nasceu com o estigma de ser membro de uma família dessas.Imagine como era a vida do rei Josias, a carga sobre o jovem rei. Imaginem uma criança com um histórico monárquico difícil desses e, ainda por cima, tendo que ouvir frases do tipo: “Esse aí é filho de Amom, misericórdia! Ele é neto de Manassés! Ah, o bisavô dele foi aquele que ‘choramingou’ pra viver mais e estragou Israel, gerando um filho como Manassés!”. Isso é traumático, principalmente para uma criança! O que fazer?

I-TER UM CORAÇÃO VOLTADO PARA DEUS.Josias possuía um coração reto e buscou o Deus de Israel e não os deuses de seus pais. Com todo o estigma, todos os nomes horríveis que talvez tenha recebido por causa dos seus antepassados idólatras e que foram reis maus, ele conseguiu se recuperar e, mesmo na juventude, foi irrepreensível, encerrando todos os argumentos do diabo e se tornando um dos reis mais admiráveis da História.Aos oito anos de idade, Josias, teve súdito. Tornou-se rei de Israel quando ainda era um menino. Com 16 anos, teve entendimento de que Deus era o Deus de Israel. Ainda moço, começou a buscar o Deus de Israel, temeu ao Senhor e reconstruiu a Casa de Deus. Restaurou todo o país, levantou conselheiros, restaurou o sacerdócio, o ministério profético, os levitas e restituiu a festa da Páscoa. Enquanto rei ele não permitiu que nenhum altar levantado a deuses falsos ficasse de pé. “Tinha Josias oito anos quando começou a reinar, e trinta anos reinou em Jerusalém. E fez o que era reto aos olhos do SENHOR; e andou nos caminhos de Davi, seu pai, sem se desviar deles nem para a direita nem para a esquerda. Porque no oitavo ano do seu reinado, sendo ainda moço, começou a buscar o Deus de Davi, seu pai; e no duodécimo ano começou a purificar a Judá e a Jerusalém, dos altos, e dos bosques, e das imagens de escultura e de fundição.” (II Cr 34:1-3)


II-REESTABELECER OS PRINCIPIOS DA PALAVRA.Josias fez uma aliança que marcou o seu ministério: celebrou a Páscoa. Nem Davi, celebrou essa festa como Josias o fez. “Nunca, pois, se celebrou tal páscoa em Israel, desde os dias do profeta Samuel; nem nenhum rei de Israel celebrou tal páscoa como a que celebrou Josias com os sacerdotes, e levitas, e todo o Judá e Israel, que ali se acharam, e os habitantes de Jerusalém.” (II Cr 35:18).


III-EXECUTAR O MINISTÉRIO QUE O SENHOR CONFIOU EM NOSSAS MÃOS.
Deus confiou um ministério nas mãos de um jovem e ele não desperdiçou o que lhe foi estabelecido, apesar de ser tão novo. Podemos concluir que Josias era um jovem com uma visão madura.No dia em que ele enviou seus súditos à profetisa Hulda, esta lhes disse que por causa do povo, o Senhor puniria toda a casa de Israel, mas porque o rei tinha uma vida irrepreensível, um coração íntegro e se humilhou perante Deus, o Senhor tirou a sentença de morte de sobre Israel e todo o país foi perdoado. “Assim diz o Senhor: Eis que trarei mal sobre este lugar, e sobre os seus habitantes, a saber, todas as maldições que estão escritas no livro que se leu perante o rei de Judá. Porque me deixaram, e queimaram incenso perante outros deuses, para me provocarem à ira com todas as obras das suas mãos; portanto o meu furor se derramou sobre este lugar, e não se apagará. Porém ao rei de Judá, que vos enviou a consultar ao Senhor, assim lhe direis: Assim diz o Senhor Deus de Israel, quanto às palavras que ouviste: Porquanto o teu coração se enterneceu, e te humilhaste perante Deus, ouvindo as suas palavras contra este lugar, e contra os seus habitantes, e te humilhaste perante mim, e rasgaste as tuas vestes, e choraste perante mim, também eu te ouvi, diz o SENHOR.” (II Cr 34:24-27).


CONCLUSÃO:Temos muito o que aprender com esse rei que foi exemplo para o povo de Israel, e não apenas para eles, mas sua história de vida, ministra-nos ainda nos dias de hoje. Deus conta conosco. Ele espera que tenhamos a mesma coragem de Josias. Então, seja você um atalaia do Reino e vença os traumas familiares e encerre todos os argumentos que o inimigo possa ter contra a sua vida.
UM FORTE E CARINHOSO ABRAÇO DO PASTOR MARCELO BRINHOLI

VENCENDO OS TRAUMAS E ENCERRANDO OS ARGUMENTOS


TEXTO: ISAÍAS 38.

Quem nunca ouviu falar sobre a história do rei Josias. Ele assumiu o reinado quando ainda era uma criança, com apenas oito anos. Ele cresceu e se tornou um rei que agradou o coração de Deus. Observe o currículo do rei Josias e veja como é possível servir a Deus independente da idade, e que é possível ser íntegro e reto independente de sua história familiar.O bisavô de Josias foi o rei Ezequias, homem temente a Deus. Ele, apesar de ser um rei de ações aprovadas, demonstrava ser ferido em suas emoções. A Bíblia relata que um dia ele ficou doente e recebeu a visita do profeta Isaías que lhe disse: “os teus dias estão contados”. O rei ao ouvir tal notícia chorou amargamente e pediu a Deus que ficasse curado. Então, o Senhor lhe concedeu mais 15 anos de vida e, nesse período, tornou-se um rei soberbo (Is 38). “Naqueles dias Ezequias adoeceu mortalmente; e orou ao SENHOR, o qual lhe falou, e lhe deu um sinal. Mas não correspondeu Ezequias ao benefício que lhe fora feito; porque o seu coração se exaltou; por isso veio grande ira sobre ele, e sobre Judá e Jerusalém. Ezequias, porém, se humilhou pela exaltação do seu coração, ele e os habitantes de Jerusalém; e a grande ira do SENHOR não veio sobre eles, nos dias de Ezequias.” (II Cr 32:24-26)O rei Ezequias gerou Manassés, um filho que desagradou em extremo a Deus levantando altares a ídolos falsos, postes-ídolo e restaurando todo nível de idolatria e paganismo. Um dia ele acabou preso pelos assírios e levado para a Babilônia com um gancho no nariz e cadeias de bronze. Somente após esses acontecimentos ele se converteu e começou a pensar no Deus de Israel. “Tinha Manassés doze anos de idade, quando começou a reinar, e cinqüenta e cinco anos reinou em Jerusalém. E fez o que era mau aos olhos do SENHOR, conforme as abominações dos gentios que o SENHOR lançara fora de diante dos filhos de Israel.” (II Cr 33:1,2)Amom, filho de Manassés, teve um reinado pior do que o pai. Construiu muito mais altares, levantando postes-ídolo, e não se humilhou diante de Deus. Foi um rei tão mau que acabou sendo assassinado em casa pelos próprios oficiais. (II Cr 33: 20-25). Finalmente, Amom é sucedido pelo filho, Josias, que nasceu com o estigma de ser membro de uma família dessas.Imagine como era a vida do rei Josias, a carga sobre o jovem rei. Imaginem uma criança com um histórico monárquico difícil desses e, ainda por cima, tendo que ouvir frases do tipo: “Esse aí é filho de Amom, misericórdia! Ele é neto de Manassés! Ah, o bisavô dele foi aquele que ‘choramingou’ pra viver mais e estragou Israel, gerando um filho como Manassés!”. Isso é traumático, principalmente para uma criança!

I-TER UM CORAÇÃO VOLTADO PARA DEUS.Josias possuía um coração reto e buscou o Deus de Israel e não os deuses de seus pais. Com todo o estigma, todos os nomes horríveis que talvez tenha recebido por causa dos seus antepassados idólatras e que foram reis maus, ele conseguiu se recuperar e, mesmo na juventude, foi irrepreensível, encerrando todos os argumentos do diabo e se tornando um dos reis mais admiráveis da História.Aos oito anos de idade, Josias, teve súdito. Tornou-se rei de Israel quando ainda era um menino. Com 16 anos, teve entendimento de que Deus era o Deus de Israel. Ainda moço, começou a buscar o Deus de Israel, temeu ao Senhor e reconstruiu a Casa de Deus. Restaurou todo o país, levantou conselheiros, restaurou o sacerdócio, o ministério profético, os levitas e restituiu a festa da Páscoa. Enquanto rei ele não permitiu que nenhum altar levantado a deuses falsos ficasse de pé. “Tinha Josias oito anos quando começou a reinar, e trinta anos reinou em Jerusalém. E fez o que era reto aos olhos do SENHOR; e andou nos caminhos de Davi, seu pai, sem se desviar deles nem para a direita nem para a esquerda. Porque no oitavo ano do seu reinado, sendo ainda moço, começou a buscar o Deus de Davi, seu pai; e no duodécimo ano começou a purificar a Judá e a Jerusalém, dos altos, e dos bosques, e das imagens de escultura e de fundição.” (II Cr 34:1-3).

II-REESTABELECER OS PRINCIPIOS DA PALAVRA.Josias fez uma aliança que marcou o seu ministério: celebrou a Páscoa. Nem Davi, celebrou essa festa como Josias o fez. “Nunca, pois, se celebrou tal páscoa em Israel, desde os dias do profeta Samuel; nem nenhum rei de Israel celebrou tal páscoa como a que celebrou Josias com os sacerdotes, e levitas, e todo o Judá e Israel, que ali se acharam, e os habitantes de Jerusalém.” (II Cr 35:18).I

II-EXECUTAR O MINISTÉRIO QUE O SENHOR CONFIOU EM NOSSAS MÃOS.
Deus confiou um ministério nas mãos de um jovem e ele não desperdiçou o que lhe foi estabelecido, apesar de ser tão novo. Podemos concluir que Josias era um jovem com uma visão madura.No dia em que ele enviou seus súditos à profetisa Hulda, esta lhes disse que por causa do povo, o Senhor puniria toda a casa de Israel, mas porque o rei tinha uma vida irrepreensível, um coração íntegro e se humilhou perante Deus, o Senhor tirou a sentença de morte de sobre Israel e todo o país foi perdoado. “Assim diz o Senhor: Eis que trarei mal sobre este lugar, e sobre os seus habitantes, a saber, todas as maldições que estão escritas no livro que se leu perante o rei de Judá. Porque me deixaram, e queimaram incenso perante outros deuses, para me provocarem à ira com todas as obras das suas mãos; portanto o meu furor se derramou sobre este lugar, e não se apagará. Porém ao rei de Judá, que vos enviou a consultar ao Senhor, assim lhe direis: Assim diz o Senhor Deus de Israel, quanto às palavras que ouviste: Porquanto o teu coração se enterneceu, e te humilhaste perante Deus, ouvindo as suas palavras contra este lugar, e contra os seus habitantes, e te humilhaste perante mim, e rasgaste as tuas vestes, e choraste perante mim, também eu te ouvi, diz o SENHOR.” (II Cr 34:24-27).

CONCLUSÃO:Temos muito o que aprender com esse rei que foi exemplo para o povo de Israel, e não apenas para eles, mas sua história de vida, ministra-nos ainda nos dias de hoje. Deus conta conosco. Ele espera que tenhamos a mesma coragem de Josias. Então, seja você um atalaia do Reino e vença os traumas familiares e encerre todos os argumentos que o inimigo possa ter contra a sua vida.
UM FORTE E CARINHO SO ABRAÇO DO SEU PAISTOR MARCELO BRINHOLI

CURANDO TRAUMAS E ENCERRANDO ARGUMENTOS

sábado, 23 de fevereiro de 2008

A VITÓRIA PELA ORAÇÃO



Atos 4.23-31
Introdução: Assim como um filho se comunica naturalmente com o seu pai, o crente, filho de Deus pelo novo nascimento, comunica-se com o Pai celestial com naturalidade.Através da oração agradecemos, louvamos, adoramos, intercedemos e pedimos o que precisamos. A oração individual é aquela que fazemos no nosso quarto, com as portas fechadas, para comunhão íntima com Deus.Oramos também em comunhão com irmãos no corpo de Cristo. Em Atos 4.23-31 aprendemos como deve ser a oração que nos faz vitoriosos nas lutas da vida cristã como povo de Deus.
I-A ORAÇÃO COMO ARMA DE GUERRA.
Pedro e João foram presos por causa da obra de Deus. A igreja na época estava sendo perseguida por causa do testemunho da fé em Cristo. Eles podiam usar diversas estratégias para combater as arbitrariedades das autoridades religiosas em relação ao direito de liberdade de culto, mas não fizeram. Ao sair da cadeia dirigiram-se aos irmãos e promoveram uma reunião de oração Atos 4.24.Na guerra espiritual somos ensinados a tomar posição em Cristo Efésios 6.10, a lutar contra as hostes espirituais da maldade com as armas de Deus Efésios 6.11-12, 24-17, a resistirmos no dia mal mantendo firme a nossa posição Efésios 6.13 e a orarmos com toda oração e súplica, em todo o tempo e por todos os santos para que a obra do Senhor prospere Efésios 6.18-19.Lutemos com as armas espirituais e no espírito constante de oração. Não lutemos contra pessoas, mas contra o pecado, contra a injustiça, contra as hostes espirituais da maldade que dominam e escravizam. Assim, seremos, nas mãos de Deus, agentes de libertação espiritual. Vencemos o mal com o bem.
II-A ORAÇÃO COMO EXPRESSÃO DE UNIDADE.
Diante do desafio da perseguição, os cristãos se unem. "Ouvindo isto, unânimes, levantaram a voz a Deus" 4.24. Jesus ensinou que a oração em unidade na terra move o céu: Em verdade vos digo que tudo o que ligardes na terra será ligado no céu, e tudo o que desligardes na terra, terá sido desligado no céu. Se dois dentre vós, sobre a terra, concordarem a respeito de qualquer coisa que, porventura, pedirem, ser-lhes-á concedido por meu Pai, que está nos céus. Porque onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, ali estou no meio deles Mateus 18.19.Nos dias do rei Josafá o povo se uniu em oração e jejum e Deus respondeu com extraordinária vitória 2 Crônicas 20.3-4, 22-23. O mesmo aconteceu nos dias de Esdras. Esdras 8.21-23. Hoje podemos ter as mesmas experiências. Nossa igreja tem-se unido em oração e jejum em favor da visão celular no modelo dos doze e suas células e Deus tem feito maravilhas.
III-A ORAÇÃO COMO SUBMISSÃO A DEUS.
Os cristãos não ficaram com medo dos seus perseguidores porque não olhavam para as suas ameaças, mas para o Soberano Senhor que criou tudo, que governa todas as coisas e que usa até os inimigos para fazerem tudo que já estava pré-determinado 4.24-28. Não pediram o fim das perseguições, mas o prosseguimento da obra de Deus 4.29-30. Esta deve ser a nossa atitude, pois Deus tem tudo sob o seu controle.
Conclusão: Enfrentamos os mesmos conflitos quando vivemos com integridade a fé cristã, pois, "todos quantos querem viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos" 2 Timóteo 3.1. Mas alcançamos também os mesmos resultados quando oramos como eles oraram: • DESPERTAMENTO - "tremeu o lugar onde estavam reunidos"; • AVIVAMENTO - "todos ficaram cheios do Espírito Santo"; • VISÃO - "e, com intrepidez, anunciavam a palavra de Deus" Atos 4.31. Por isso, conclamamos a todos para que orem em suas casas, no trabalho, nas células, nas celebrações e para que participem dos sete dias de oração e jejum que teremos mensalmente das 23:00 - oo:00 a partir de sábado,01 de março após 24:00 ININTERRUPTAS através do relógio da oração. vem e vela conosco ao menos 1 hora por noite. conto com voce!
UM FORTE E CARINHOSO ABRAÇO DO SEU PAISTOR MARCELO BRINHOLI PROENÇA
UMA ÓTIMA CÉLULA!

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

COMO JESUS VENCEU AS TENTAÇÕES parte III


TEXTO: Mateus 4:8-11.
“COMO JESUS VENCEU AS TENTAÇÕES PARTE 3”.
INTRODUÇÃO:
"Levou-o ainda o diabo a um monte muito alto, mostrou- lhe todos os reinos do mundo e a glória deles e lhe disse: Tudo isto te darei se, prostrado, me adorares"MT 4:8-9”.
Que tentação! O diabo deslumbrava com a torturante possibilidade de reinar sobre todos os reinos do mundo.
A questão aqui não era tanto a de Jesus tornar-se um rei (Deus já lhe tinha prometido isso Salmo 2:7-9; Gênesis 49:10, mas de como e quando.
O Senhor prometeu o reinado ao Filho depois de seu sofrimento. Hebreus 2:9.
O diabo ofereceu um atalho: a coroa sem a cruz. Era um compromisso.
Ele poderia governar todos os reinos do mundo e entregá-los ao Pai.
Mas, no processo, o reino se tornaria impuro. Então as questões são: Como Jesus se tornaria rei? Você pode usar um meio errado e, no fim, conseguir fazer o bem?
JESUS LHE RESPONDE "Retira-te Satanás, porque está escrito: Ao Senhor, teu Deus, adorarás e só a ele darás culto"MT 4:10. Nada é bom se é errado, se viola as Escrituras.
I- Satanás paga o que for necessário. O diabo ofereceu tudo para "comprar" Jesus. Se houver um preço pelo qual você desobedecerá a Deus, pode esperar que o diabo venha pagá-lo. Mateus 16:26.
II- O diabo oferece atalhos. Ele oferece o mais fácil, o mais decisivo caminho ao poder e à vitória.
Jesus recusou o atalho; Ele ganharia os reinos pelo modo que o Pai tinha determinado.
Hoje Satanás tenta as igrejas a usar atalhos para ganhar poder e converter pessoas.
O caminho de Deus é converter ensinando o evangelho. Romanos 1:16.
Exatamente como ele tentou Jesus para corromper sua missão e ganhar poder através de meios carnais, assim ele tenta nestes dias.
III- O diabo oferece compromissos por bons propósitos. Ele testa a profundeza de nossa pureza.
Ele nos tenta a usar erradamente as Escrituras para apoiar um bom ponto ou dizer uma mentira de modo a atingir um bom resultado.
Nunca é certo fazer o que é errado.
Nesta batalha entre os dois leões I Pedro 5:8; Apocalipse 5:5, Jesus ganhou uma vitória decisiva.
E ele fez isso do mesmo modo que nós temos que fazer.
Confiou em Deus I João 5:4; Efésios 6:16.
Usou as Escrituras I João 2:14; Colossenses 3:16.
Resistiu ao diabo Tiago 4:7; I Pedro 5:9.
O ponto crucial é este: Jesus nunca fez o que ele sabia que não era certo.
Que Deus nos ajude a seguir seus passos I Pedro 2:21.

COM AMOR E CARINHO DO SEU PAISTOR MARCELO BRINHOLI PROENÇA
UMA ÓTIMA CÉLULA