sábado, 27 de outubro de 2007

RECEBENDO UMA CHUVA DE BENÇÃOS.


O senhor derramará sua benção em forma de chuva sobre nós.
EZ 34:26. PARTE 2
“E a elas e aos lugares ao redor do meu outeiro, eu porei por benção; e farei descer a chuva a seu tempo; chuvas de benção serão”.
O Senhor mandará chuva sobre o solo seco da nossa alma. Sl 84:1ss.
O ideal do Pai é fazer com que todos os seus filhos vivam satisfeitos e felizes. Para isso o Senhor enviará sua chuva em forma de benção.
O segredo de ser feliz é ter sempre um coração agradecido à Deus.
Você já agradeceu o Senhor hoje? Talvez você pergunte; mas agradecê-lo no que? Eu te respondo! Agradecê-lo pelo ar que você respira, pela vida, pela saúde, pela igreja que você está, por seus pastores, por seus discipuladores, pelo trabalho, pela empresa, pela salvação da sua alma do fogo do inferno, pelo perdão que te foi concedido na cruz, pela vid eterna em Cristo, etc. são tantos motivos que temos para agradecê-lo que poderíamos passar um bom tempo somente agradecendo, até mesmo por situações difíceis na nossa vida precisamos agradecer, pois elas nos ensinam muito, no amadurece, nos faz crescer.
Não basta somente desejar a chuva de benção sobre você , precisa também ter um coração agradecido.
Os céus se abrem sem medidas quando entendemos a benção do Senhor.
O mínimo que Deus pode fazer por nós é nos abençoar.
O mínimo o Pai quer fazer por você hoje, permita o teu coração receber pela fé a benção do Senhor.

COM MUITO AMOR E CARINHO SEU PASITOR MARCELO BRINHOLI

quinta-feira, 25 de outubro de 2007

SURPREENDENDO DEUS COM UMA OFERTA DE ADORAÇÃO-PR.MARCIO VALADÃO


Amada ovelha MARCELO BRINHOLI PROENÇA,
"Ofereça a Deus em sacrifício a sua gratidão, cumpra os seus votos para com o Altíssimo”. Salmo 50.14 Ofertar é um ato de obediência a Deus, é um chamado do Senhor para nós conforme ele diz em sua Palavra: “Quem hoje está disposto a ofertar dádivas ao Senhor?” (1Cr 29.5b). Assim como por meio do Dízimo, a Oferta nos leva a experimentar a fidelidade do Pai para conosco. “Cada um contribua segundo tiver proposto no coração, não com tristeza, mas com alegria.” (2Co 9.7). Experimente ainda ofertar aos Senhor não somente ganhos financeiros, mas seus seus dons! Tantos talentos, dons e habilidades estão adormecidos porque as pessoas têm medo de consagrá-los e entregá-los ao Senhor. Seja ousado(a) e Deus lhe fará prosperar em todas as áreas de sua vida! Seja você mesmo, uma oferta viva ao Senhor!Deus lhe abençoe,
“Quem hoje está disposto a ofertar dádivas ao SENHOR?” 1Crônicas 29.5b Você sabia que ofertar é um ato de obediência e adoração? Isso é um fato. “Também todos os dízimos da terra, quer dos cereais, quer do fruto das árvores, pertencem ao senhor; santos são ao senhor” (Levítico 27.30). O dízimo pertence ao Senhor e é santo! Existem sessenta palavras na Bíblia que designam diretamente o dízimo e 740 que designam oferta ao Senhor. Você está vivendo esta realidade em sua vida? Se não, certamente não está vivendo uma vida plena e as coisas não estão indo bem em sua vida financeira.Dízimo é do Senhor. Ou você entrega a ele com alegria, liberalidade e fé, na casa do Senhor, ou acaba perdendo em algum lugar, porque você não fica com ele, por vezes acaba na farmácia, no conserto do carro, nas perdas e roubos da vida. Invista com amor no lugar certo e não permita que ele esteja à mercê do devorador.Entenda alguns princípios sobre entrega de ofertas ao Senhor:
A boa situação financeira não é pré-requisito para ofertar.
Gratidão, alegria e voluntariedade são elementos essenciais no ato de ofertar ao Senhor.
Dízimo é a décima parte do que recebo do Senhor e preciso devolvê-lo à sua casa, sem gerenciar ou designar.
Além do meu dízimo, também posso entregar ofertas de fé, para pessoas e ministérios que Deus colocar em meu coração.
Toda contribuição financeira precisa ser parte direta do nosso ato de louvor e adoração.
A contribuição alegre e voluntária é uma das chaves de um ciclo desencadeador de bênçãos sobre nossas vidas e famílias; devido ao princípio da semeadura, sempre volta.
A fiel e abundante contribuição é fruto de uma vida madura diante de Deus.
Nunca entregue por pressão, faça com coração generoso, livre e gracioso.
Toda vez que eu dou, venço a tirania carnal do reter, por isto, pratique dar, mesmo sem estar com vontade.
Nunca se apresente para louvor sem uma oferta, e entenda que você nunca vai ganhar de Deus! Lembre-se: “porque o serviço desta assistência não só supre as necessidades dos santos, mas também redunda em muitas graças a Deus.” (2Coríntios 9.12)“Cada um contribua segundo tiver proposto no coração, não com tristeza, mas com alegria”. (2Coríntios 9.7)Oferte, faça um voto a Deus e, neste mês, decida em oração entregar ao Senhor uma oferta exponencial. Dê ao Senhor a maior oferta de sua vida. Separe uma oferta da sua empresa. Entregue conforme o Senhor orientar, seja para missões, ação social, um ministério da igreja, para um obreiro da igreja ou do campo, surpreenda Deus.

segunda-feira, 22 de outubro de 2007

ALÉM DOS PREGOS E DA CRUZ



"E dizia a todos: Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, e tome cada dia a sua cruz, e siga-me". Lucas 9:23.


Ir após a Jesus não é somente andar com Ele, é também sofrer as aflições que exige um ministério.
Jesus não prometeu que seria fácil segui-lo.
"Bem aventurado sois vós quando vos injuriarem, e perseguirem, e, mentindo, disserem todo mal contra vós, por minha causa. Exultai e alegrai-vos, porque é grande o vosso galardão nos céus; porque assim perseguiram os profetas antes de vós". Mateus 5:11,12.
NO GETSÊMANI.
Foi muito mais do que os pregos e a cruz .
As maiores dores de Jesus foram na sua alma.
"E tomou consigo a Pedro, a Tiago e a João e começou a ter pavor e a angustiar-se. E disse-lhes: A minha alma está angustiada até a morte; ficai aqui e vigiai." Marcos 14:33-34.
"Pai se possível passa de mim este cálice..." "...antes seja feita a tua vontade..." Marcos 14:36.
Tudo isso foi uma consequência do que Ele passou por nós no Getsêmani.
Getsêmani significa lugar de prensar azeitonas, de onde se extrai alguns tipos de óleo.
Prensa produz o óleo para se fazer sabão. era utilizado pelos sacerdotes para lavar suas vestes após os sacrifícios ofereceidos.
Isto significa que primeiro somos prensados para produzir o óleo que purificará nossas vestes pra que se tornem mais alvos do que a neve.Isto nos fala da prensa que Jesus sofreu liberando seu sangue para nos purificar daquilo que era impossível de nos purificarmos sozinhos, dos nossos pecados. Pois Ele vive e reina para todo sempre.. Jesus...
Jesus foi prensado para que pelo seu sangue fossemos lavados de todos os nossos pecados.
Lembre-se que lá Ele suou gotas de sangue!
Prensa produz o óleo para comer. também somos alimentados quando passamos pela segunda prensa. produzimos alimentos para aqueles se tornam ovelhas obedientes e ouvem a voz do seu pastor.
Jesus se tornou alimento para nós. Nos alimentamos da sua carne e do seu sangue, para termos vida em nós mesmos.
"E, comendo eles, tomou Jesus o pão, e, abençoando-o, o partiu, e deu-lho, e disse: Tomai, comei, isto é o meu corpo". Marcos 14:22.
Um pastor, tenho aprendido eu, ele passa por essa prensa para que o seu rebanho coma e viva da unção que está sobre ele, da unção que foi dada pelo Pai.
Como discípulos de Jesus somos prensados para produzir alimento para os famimtos de Deus.
Prensa produz o óleo para acender as lâmpadas no templo.
Os sacerdotes pegavam esse óleo e todos os dias reabasteciam as astes da Menorah (candelabro com sete lâmpadas) para que a luz nunca se apagasse do templo.
"Jesus disse Eu sou a Luz do Mundo e quem me segue não anda em trevas, mas terá a luz da vida". João 8:12.
Após a terceira prensa produzimos luz sobre todos aqueles que estão nas trevas, somos luz porque Ele é essa luz em nós. Aleluia!
Prensa produz o óleo da unção.
Os sacerdotes uzavam a quarta prensa porque extraia dela o óleo mais fino e o mais caro.
Esse óleo era perfumado com mirra (adoração), nardo (consagração), balsamo (cura), alóés (benção) e depois ministrado em todas essas situações no meio do povo de Israel.
Jesus passou pela quarta prensa para liberar sobre nós a sua Unção.
Essa prensa demanda um esforço muito grande, e um cuidado extremo para que não se perca uma gota sequer, pois essa prensa dá o óleo mais caro e precioso de todos.
Quando passamos por essa prensa é porque está sendo produzido em nós o mais precioso óleo, a unção tem um preço, ela custa caro, e satanás sabendo disso se levanta para derramar fora esse óleo, para esvair nossas forças para que não lutemos mais, e assim o óleo venha parar de ser produzido.
Nós desfazemos todas as obras de satanás no Nome de Jesus e nos colocamos diante do Senhor para que o óleo precioso continue a jorrar sobre todos a nossa volta.
Sempre iremos passar por essa prensa, mas tenho plena conciência de que é agora que o melhor óleo será liberado sobre o rebanho que o Senhor confiou em minhas mãos.
Talves vôcê esteja passando pelo getsêmani da sua vida espiritual.
Hoje quero te encorajar a permanecer firme, fomos chamados para levar a sua cruz, renunciando toda rebeldia do nosso coração, colocando nossa vida na moinha de Deus para que saia de nós óleo para limpar as vestes daqueles que se sujaram, óleo para aqueles que estão famintos de Deus, óleo para a lâmpada do coração que se apagou, óleo para liberar unção e poder para pregar o evangelho a toda criatura nas nações da terra tornando-as filhos do altíssimo Pai.
NÃO FUJA DO GETSÊMANI! ALI DEUS TEM VITÓRIAS PRA VOCÊ!
Um braço com muito amor e carinho do seu Paistor Marcelo Brinholi

UMA DECLARAÇÃO DE FÉ-Pastor Márcio Valadão



Amada ovelha MARCELO BRINHOLI PROENÇA ,
Uma declaração, nada mais é que uma afirmação de algo. Mas quando trazemos isto para a área espiritual, o poder de uma declaração é realmente impactante. Nós temos uma arma muito potente que, muitas vezes, não é usada da maneira correta. Esta arma é a nossa boca. Não especificamente o órgão, mas, sim, o que ela é capaz de proferir. Neste texto, você vai perceber que tudo o que quiser alcançar, poderá fazê-lo no poder que existe no nome Cristo Jesus!
Que o Senhor lhe abençoe!
DECLARARDeclare: “O SENHOR reina para sempre! O teu Deus, ó Sião, reina de geração em geração. Aleluia!” Salmo 146.10
Hoje Deus traz ao seu coração uma palavra de vitória: ninguém conseguirá resistir a você, sua vitória é certa. Caso esteja vivendo um momento de luta, provação, perseguição e injustiça, ele é passageiro; assim diz o Senhor: “Ninguém conseguirá resistir a você todos os dias da sua vida” (Josué 1.5). Se está ruim é porque não chegou ao fim, porque pela fé o seu melhor ainda virá. Com Cristo, seus melhores anos de vida ainda estão por vir. Deus está escrevendo a história da sua vida e, no fim, tudo terminará em vitória. Com Cristo você nunca perde, pelo contrário, é um vitorioso, mais que vencedor!
Veja o que nos lembra a canção “Reina” do Sonho Maior: “Quando o inimigo vier contra mim a tua mão me livrará! Pois tua Palavra diz que, se eu resistir, o inimigo fugirá”. Resista firme porque quem está entronizado e reinando é o Senhor seu Deus, ele reina em toda terra! Aleluia. E também deseja reinar de forma pessoal em seu coração, então declare: “Reina... Senhor, neste lugar (veja tudo que está à sua volta), Reina... Senhor, em minha vida (coloque a mão no seu coração)”. Deus já tomou sua causa e ele mesmo o defenderá do mundo, da carne e do diabo. Vamos falar mais disso adiante.
Declare com fé: "O seu Deus reina!” (Isaías 52.7), o inimigo não pode resistir a esta declaração de fé. Mesmo que você venha a ter, hoje, ou teve, um dia muito difícil, que você possa declarar o que está escrito na canção: “Em ti Confiarei”, e confie plenamente no seu Deus.
“Mesmo em tribulações, dores, decepções, tu me consolas. Mesmo revolto o mar, com ventos a me assustar, tu me sustentas. Mesmo em perseguições, em meio às provações, não cessarei de te louvar, Senhor, de te amar, meu Deus, em ti confiarei.
Meus lábios não se fecharão. Eu não murmurarei. Te bendirei, Senhor, Rei meu e Deus meu”.Você age assim? Então receba a Paz do Senhor em sua vida e em sua casa!
Então qual é a sua declaração hoje? O que você tem a dizer para o mundo todo? Fale... Declare com fé e convicção uma certeza que abale o reino das trevas neste dia!
COM AMOR E CARINHO DO SEU PAISTOR MARCELO BRINHOLI

domingo, 21 de outubro de 2007

HISTÓRIA DE ISRAEL







» História de Israel



História de Israel
O povo judeu nasceu na Terra de Israel (Eretz Israel). Nela transcorreu uma etapa significativa de sua longa história, cujo primeiro milênio está registrado na Bíblia; nela se formou sua identidade cultural, religiosa e nacional; e nela se manteve ininterrupta, através dos séculos, sua presença física, mesmo depois do exílio forçado da maioria do povo. Durante os longos anos de dispersão, o povo judeu jamais rompeu ou esqueceu sua ligação com sua terra. Com o estabelecimento do Estado de Israel, em 1948, foi recuperada a independência judaica, perdida 2000 anos antes.

A área de Israel, dentro das fronteiras e linhas de cessar-fogo, inclusive os territórios sob o auto-governo palestino, é de 27.800 km2. Com sua forma longa e estreita, o país tem cerca de 470 Km de comprimento e mede 135 Km em seu ponto mais largo. Limita-se com o Líbano ao Norte, com a Síria a Nordeste, a Jordânia a Leste, o Egito a Sudoeste e o Mar Mediterrâneo a Oeste.
A distância entre montanhas e planícies, campos férteis e desertos pode ser coberta em poucos minutos. A largura do país, entre o Mediterrâneo a Oeste e o Mar Morto, a Leste, pode ser cruzada de carro em cerca de 90 minutos; e a viagem desde Metullah, no extremo Norte, a Eilat, o ponto mais meridional leva umas 9 horas.Israel pode ser dividida em quatro regiões geográficas: três faixas paralelas que correm de Norte a Sul, e uma vasta zona, quase toda árida, na metade Sul do país.
JerusalémTerra de Deus, promessa para os homens
Jerusalém está edificada nas colinas da Judéia, a cerca de 70 Km do Mar Mediterrâneo, no centro de Israel. Eqüidistante de Eilat, ao Sul, e de Metullah, ao Norte - os pontos extremos do país. Nesta geografia, acontecimentos inigualáveis que não se repetem, mudaram o rumo da história do mundo.
O nome da cidade é mencionado centenas de vezes nas Escrituras Sagradas e em fontes egípcias. Jerusalém, do rei Melquisedeque e do Monte Moriá, onde o patriarca Abraão esteve pronto para sacrificar o seu filho; Jerusalém, da capital do reino de Davi, do primeiro templo de Salomão e do segundo templo, reconstruído por Herodes; Jerusalém, palco dos profetas Isaías e Jeremias, cujas pregações influenciaram atitudes morais e religiosas da humanidade; Jerusalém, onde Jesus peregrinou, foi crucificado, ressuscitou e subiu ao Céu; Jerusalém, da figueira que brotou, sinal dos tempos, relógio de Deus.
Nomes e Significados
Segundo o pesquisador, Pr. Enéas Tognini, o nome de Jerusalém aparece em registros antiqüíssimos. Nos textos egípcios do Império Medo, foram grafados Rusalimun e Urusali-Mum. No texto Massorético, Yerusalaim. No aramaico bíblico Yeruselem. E para nosso vernáculo chegou através do grego Hierousalem.
A cidade, antes de ser tomada pelos filhos de Israel, pertencia aos jebuseus. E nos escritos jebuseus lê-se Yebusi. Em Juízes 19:10 afirma-se que Jebus é Jerusalém, donde se conclui que o nome Jerusalém não é de origem hebraica.
Nos Salmos 87:2 e 51:18 e mais 179 vezes, Jerusalém é chamada Sião. Outros nomes na Bíblia e extra-bíblicos são dados a Jerusalém: Cidade de Davi ( I Rs. 8.1); Cidade de Judá (II Cr. 25.28); Cidade Santa (Ne. 11.1 E Is. 52.1); Cidade de Deus (Is. 60.14) (Sl. 87.2); Ariel (Is. 29.1); Ladeira de Deus (Is. 1.26); Cidade de Justiça (Is. 1.26); Cidade do Grande Rei (Mt. 5.35) ; Aelia Capitolina (o primeiro nome do Imperador Adriano era Aelio e, em 135 d.C. esse foi o nome que se deu à cidade que paganizou); El-Kuds (“a santa”, nome que o árabe deu a Jerusalém). Alguns estudiosos afirmam que a primeira parte da palavra Jerusalém (a raiz IRW) encerra a idéia de fundamento, e “Salém” significa paz, portanto Jerusalém = cidade da paz. Morada da paz! Eis o que significa Jerusalém na língua hebraica.
Tempos Bíblicos
A história judaica começou há mais ou menos 4000 anos (c. séc. XVII A.C.) - com o patriarca Abraão, seu filho Isaque e seu neto - Jacó. Documentos encontrados na Mesopotâmia, que datam de 2000 - 1500 E.C., confirmam aspectos de sua vida nômade, tal como a Bíblia descreve.
O Êxodo e o assentamento
Após 400 anos de servidão, os israelitas foram conduzidos à liberdade por Moisés que, segundo a narrativa bíblica, foi escolhido por Deus para tirar Seu povo do Egito e retornar à Terra de Israel, prometida a seus antepassados (sec. XIII-XII A.C). Durante 40 anos eles vagaram no deserto do Sinai, tornando-se uma nação; lá receberam o Pentateuco, que inclui os Dez Mandamentos. O êxodo do Egito (1300 A.C.) deixou uma marca indelével na memória nacional do povo judeu, e tornou-se um símbolo universal de liberdade e independência. Todo ano os judeus celebram as festas de Pessach (a Páscoa judaica), Shavuot (Pentecostes) e Sucot (Festa dos Tabernáculos) relembrando os eventos ocorridos naquela época.
A Monarquia
O reinado do primeiro rei, Saul (1020 A.C.), permitiu a transição entre a organização tribal já frouxa e o pleno estabelecimento da monarquia, sob David, seu sucessor.
O Rei David (1004-965 A.C.) fez de Israel uma das potências da região através de bem sucedidas expedições militares, entre as quais a derrota final dos filisteus, assim como as alianças políticas com os reinos vizinhos. Ele unificou as doze tribos israelitas num só reino e estabeleceu sua capital, Jerusalém. David foi sucedido por seu filho Salomão (965-930 A.C.) que consolidou ainda mais o reino. Salomão garantiu a paz para seu reino, tornando-o uma das grandes potências da época. O auge do seu governo foi a construção do Templo de Jerusalém.
A Monarquia dividida
Após a morte de Salomão (930 A.C.), uma insurreição aberta provocou a cisão das tribos do norte e a divisão do país em dois reinos: o reino setentrional de Israel, formado pelas dez tribos do Norte, e o reino meridional de Judá, no território das tribos de Judá e Benjamim.
O Reino de Israel, com sua capital Samaria, durou mais de 200 anos, e teve 19 reis; o Reino de Judá sobreviveu 350 anos, com sua capital, Jerusalém, e teve o mesmo número de reis, todos da linhagem de David. Com a expansão dos impérios assírios e babilônicos, tanto Israel quanto Judá, mais tarde, acabaram caindo sob domínio estrangeiro. O Reino de Israel foi destruído pelos assírios (722 A.C.) e seu povo foi exilado e esquecido. Uns cem anos depois, a Babilônia conquistou o Reino de Judá, exilando a maioria de seus habitantes e destruindo Jerusalém e o Templo (586 A.C.).
Primeiro Exílio (586 - 538 a.c.)
A conquista babilônica foi o primeiro estado judaico (período do Primeiro Templo), mas não rompeu a ligação do povo judeu com sua terra. Às margens dos rios da Babilônia, os judeus assumiram o compromisso de lembrar para sempre da sua pátria: “Se eu me esquecer de ti, ó Jerusalém, esqueça-se a minha destra da sua destreza. Apegue-se a língua ao paladar, se não lembrar de ti, se não preferir Jerusalém à minha maior alegria.” (Sl. 137.5,6)
O exílio na Babilônia, que se seguiu à destruição do Primeiro Templo, marcou o início da Diáspora Judaica. Lá, o judaísmo começou a desenvolver um sistema e um modo de vida religioso fora de sua terra, para assegurar a sobrevivência nacional e a identidade espiritual do povo, concedendo-lhe a vitalidade necessária para preservar seu futuro como uma nação.

Dominação EstrangeiraOs Períodos Persa e Helenístico (538-142 A.C.)
Em conseqüência de um decreto do Rei Ciro, da Pérsia, que conquistou o império babilônico, cerca de 50.000 judeus empreenderam o primeiro retorno à Terra de Israel, sob a liderança de Zerobabel, da dinastia de David. Menos de um século mais tarde, o segundo retorno foi liderado por Esdras, o Escriba. Durante os quatro séculos seguintes, os judeus viveram sob diferentes graus de autonomia sob o domínio persa (538-333 A.C.) e helenístico - ptolemaico e selêucida (332-142 A.C.)
A repatriação dos judeus, sob a inspirada liderança de Esdras, a construção do segundo templo no sítio onde se erguera o primeiro, a fortificação das muralhas de Jerusalém e o estabelecimento da Knesset Haguedolá (a Grande Assembléia), o supremo órgão religioso e judicial do povo judeu, marcaram o início do segundo estado judeu (período do segundo templo).
Como parte do mundo antigo conquistado por Alexandre Magno, da Grécia (332 A.C.), a Terra de Israel continuava a ser uma teocracia judaica, sob o domínio dos selêucidas, estabelecidos na Síria. Quando os judeus foram proibidos de praticar o judaísmo e seu Templo foi profanado, como parte das tentativas gregas de impor a cultura e os costumes helenísticos a toda a população, desencadeou-se uma revolta (166 a.C.) liderada por Matatias, da dinastia sacerdotal dos Hasmoneus, e mais tarde por seu filho, Judá, o Macabeu. Os judeus entraram em Jerusalém e purificaram o Templo (164 A.C), eventos comemorados até hoje anualmente, na festa do Chanuká.
A Dinastia dos Hasmoneus ( 142-63 A.C.)
Após novas vitórias dos Hasmoneus (142 a.C.), os selêucidas restauraram a autonomia da Judéia (como era então chamada a Terra de Israel) e, com o colapso do reino selêucida (129 a.C.), a independência judaica foi reconquistada. Sob a dinastia dos Hasmoneus, que durou cerca de 80 anos, as fronteiras do reino eram muito semelhantes às do tempo do Rei Salomão; o regime atingiu consolidação política e a vida judaica floresceu.
O Domínio Romano (63 - 313 A.C.)
Quando os romanos substituíram os selêucidas no papel de grande potência regional, eles concederam ao rei Hasmoneus Hircano II autoridade limitada, sob o controle do governador romano sediado em Damasco. Os judeus eram hostis ao novo regime, e os anos seguintes testemunharam muitas insurreições. Uma última tentativa de reconquistar a antiga glória da dinastia dos Hasmoneus foi feita por Matatias Antígono, cuja derrota e morte trouxe fim ao governo dos Hasmoneus (40 a.C.); o país tornou-se, então, uma província do Império Romano.
Em 37 a.C., Herodes, genro de Hircano II, foi nomeado Rei da Judéia pelos romanos. Foi-lhe concedida autonomia quase ilimitada nos assuntos internos do país, e ele se tornou um dos mais poderosos monarcas da região oriental do Império Romano, porém não conseguiu a confiança e o apoio de seus súditos judeus.
Dez anos após a morte de Herodes (4 a.C.), a Judéia caiu sob a administração romana direta. À proporção que aumentava a opressão romana à vida judaica, crescia a insatisfação, que se manifestava por violência esporádica, até que rompeu uma revolta total em 66 a.C.. As forças romanas, lideradas por Tito, superiores em número e armamento, arrasaram finalmente Jerusalém (70 a.C.) e posteriormente derrotaram o último baluarte judeu em Massada (73 a.C.).
A destruição total de Jerusalém e do Templo foi uma catástrofe para o povo judeu. De acordo com o historiador da época, Flavio Josefo, centenas de milhares de judeus pereceram durante o cerco a Jerusalém e em outros pontos do país, e outros milhares foram vendidos como escravos.
Um último breve período de soberania judaica na era antiga foi o que se seguiu à revolta de Shimon Bar Kochbá (132 a.C.), quando Jerusalém e a Judéia foram reconquistadas. No entanto, dado o poder massivo dos romanos, o resultado era inevitável. Três anos depois, segundo o costume romano, Jerusalém foi “sulcada por uma junta de bois”; a judéia foi rebatizada de Palestina e a Jerusalém foi dado o novo nome de Aelia Capitolina.

O Domínio Bizantino (313-646 d.C.) No final do sec. IV, após a conversão do imperador Constantino ao cristianismo e a fundação do Império Bizantino, a Terra de Israel se tornara um país predominantemente cristão. Os judeus estavam privados de sua relativa autonomia anterior, assim como do direito de ocupar cargos públicos; também lhes era proibida a entrada em Jerusalém, com exceção de um dia por ano (Tishá be Av - dia 9 de Av), quando podiam prantear a destruição do Templo.
A invasão persa de 614 d.C., contou com o auxílio dos judeus, animados pela esperança messiânica da Libertação. Em gratidão por sua ajuda eles receberam o governo de Jerusalém; este interlúdio, porém, durou apenas três anos. Subseqüentemente, o exército bizantino recuperou o domínio da cidade (629 d.C.), e os habitantes judeus foram novamente expulsos.
Domínio Árabe (639-1099 d.C.)
A conquista do país pelos árabes ocorreu quatro anos após a morte de Maomé (632 d.C.) e durou mais de quatro séculos, sob o governo de Califas estabelecidos primeiramente em Damasco, depois em Bagdá e no Egito. No início do domínio muçulmano, os judeus novamente se instalaram em Jerusalém, e a comunidade judaica recebeu o costumeiro status de proteção concedido aos não-muçulmanos sob domínio islâmico, que lhes garantia a vida, as propriedades e a liberdade de culto, em troca do pagamento de taxas especiais e impostos territoriais.
Contudo, a introdução subseqüente de restrições contra os não-muçulmanos (717 d.C.) afetou a vida pública dos judeus, assim como sua observância religiosa e seu status legal. Pelo fim do sec. XI, a comunidade judaica da Terra de Israel havia diminuído consideravelmente.
Os Cruzados (1099-1291 d.C.)
Nos 200 anos seguintes, o país foi dominado pelos Cruzados que, atendendo a um apelo do Papa Urbano II, partiram da Europa para recuperar a Terra Santa das mãos dos “infiéis”. Em julho de 1099, após um cerco de cinco semanas, os cavaleiros da Primeira Cruzada e seu exército de plebeus capturaram Jerusalém, massacrando a maioria de seus habitantes não-cristãos.
Entrincheirados em suas sinagogas, os judeus defenderam seu quarteirão, mas foram queimados vivos ou vendidos como escravos. Nas poucas décadas que se sucederam, os cruzados estenderam seu poder sobre o restante do país. Após a derrota dos cruzados pelo exército de Saladino (1187 d.C.), os judeus passaram a gozar de liberdade, inclusive o direito de viver em Jerusalém. O domínio cruzado sobre o país chegou ao fim com a derrota final frente aos mamelucos (1291 d.C.) uma casta militar muçulmana que conquistara o poder no Egito.
O Domínio Mameluco (1291-1516 d.C.)
Sob o domínio mameluco, o país tornou-se uma província atrasada, cuja sede de governo era em Damasco. O período de decadência sob os mamelucos foi obscurecido ainda por revoltas políticas e econômicas, epidemias, devastação por gafanhotos e terríveis terremotos.
O Domínio Otomano (1517-1917 d.C)
Após a conquista otomana, em 1517, o país foi dividido em quatro distritos, ligados administrativamente à província de Damasco; a sede do governo era em Istambul. No começo da era otomana, cerca de 1000 famílias judias viviam na Terra de Israel, em Jerusalém, Nablus (Sichem), Hebron, Gaza, Safed (Tzfat) e algumas aldeias da Galiléia. A comunidade se compunha de descendentes de judeus que nunca haviam deixado o país, e de imigrantes da África do Norte e da Europa.
Um governo eficiente, até a morte do sultão Suleiman, o Magnífico (1566 d.C.), trouxe melhorias e estimulou a imigração judaica. À proporção que o governo otomano declinava e perdia sua eficiência, o país foi caindo de novo em estado de abandono geral. No final do séc. XVIII, a maior parte das terras pertencia a proprietários ausentes, que as arredavam a agricultores empobrecidos pelos impostos elevados e arbitrários. As grandes florestas da Galiléia e do monte Carmelo estavam desnudas; pântanos e desertos invadiam as terras produtivas.
O sec. XIX testemunhou os primeiros sinais de que o atraso medieval cedia lugar ao progresso. Eruditos ingleses, franceses e americanos iniciavam estudos de arqueologia bíblica. Foram inauguradas rotas marítimas regulares entre a Terra de Israel e a Europa, instaladas conexões postais e telegráficas e construída a primeira estrada, entre Jerusalém e Iafo. A situação dos judeus do país foi melhorando, e a população judaica aumentou consideravelmente. Inspirados pela ideologia sionista, dois grandes fluxos de judeus da Europa Oriental chegaram ao país, no final do sec. XIX e início do sec. X. Resolvidos a restaurar sua pátria através do trabalho agrícola, estes pioneiros começaram pela recuperação da terra árida, construíram novas colônias e lançaram os fundamentos do que mais tarde se tornaria uma próspera economia agrícola.
Ao romper a I Guerra Mundial (1914), a população judaica do país totalizava 85.000 habitantes, em contraste com os 5.000 do início do séc. XVI.
Em dezembro de 1917, as forças britânicas, sob o comando do General Allemby, entraram em Jerusalém, pondo fim a 400 anos de domínio otomano.
O Domínio Britânico (1918-1948)
Em julho de 1922, a Liga das Nações confiou à Grã-Bretanha o mandato sobre a Palestina (nome pelo qual o país era designado na época). Reconhecendo a "ligação histórica do povo judeu com a Palestina", recomendava que a Grã-Bretanha facilitasse o estabelecimento de um lar nacional judaico na Palestina - Eretz Israel (Terra de Israel). Dois meses depois, em setembro de 1922, o Conselho da Liga das Nações e a Grã-Bretanha decidiram que as estimulações destinadas ao estabelecimento deste lar nacional judaico não seriam aplicadas à região situada a leste do Rio Jordão, cuja área constituía os 3/4 do território do Mandato - e que mais tarde tornou-se o Reino Hashemita da Jordânia.
O Estado de Israel - 1948
Com a resolução da ONU de 19 de novembro de 1947, em 14 de maio de 1948, data em que terminou o Mandato Britânico, a população judaica na Terra de Israel era de 650.000 pessoas, formando uma comunidade organizada, com instituições políticas, sociais e econômicas bem desenvolvidas - de fato, uma nação em todos os sentidos, e um estado ao qual só faltava o nome, porém opondo-se ao estabelecimento do novo Estado os países árabes lançaram-se num ataque de várias frentes, dando origem à Guerra da Independência em 1948 - 1949, que defendeu a soberania que havia acabado de reconquistar. Com o fim da guerra, Israel concentrou seus esforços na construção do estado pelo qual o povo tinha lutado tão longa e arduamente.
A Guerra dos Seis Dias - 1967
As esperanças por mais uma década de relativa tranqüilidade se esvaneceram com a escalada dos ataques terroristas árabes através das fronteiras como Egito e a Jordânia. Ao fim de seis dias de combates, os núcleos populacionais do norte do país ficavam livres do bombardeamento sírio, que durara 19 anos; a passagem de navios israelenses e com destino a Israel, através do Estreito de Tiran estava assegurada; e Jerusalém, que estivera dividida entre Israel e Jordânia desde 1949, foi reunificada sob a autoridade de Israel.
A Guerra de Iom Kipur - 1973
A relativa calma ao longo das fronteiras terminaram no Dia da Expiação, o dia mais sagrado do calendário judaico, quando o Egito e a Síria lançaram um ataque de surpresa coordenado contra Israel (6 de outubro de 1973). Durante as três semanas seguintes, as Forças de Defesa de Israel mudaram o rumo da batalha e repeliram os ataques. Dois anos de difíceis negociações entre Israel e o Egito e entre Israel e a Síria resultaram em acordos de separação de tropas, pelos quais Israel se retirou de parte dos territórios conquistados na guerra.
Da Guerra à Paz
Embora a guerra de 1973 tenha custado a Israel um ano de seu PNB, a economia já tinha se recobrado na segunda metade de 1974. Os investimentos estrangeiros cresceram, e quando Israel se tornou um membro associado do MCE (1975), abriram-se novos mercados aos produtos israelenses. O turismo incrementou e o número anual de visitantes ultrapassou o marco de um milhão.
O círculo vicioso da rejeição por parte dos árabes a todos os apelos de paz de Israel foi rompido com visita do Presidente Anuar Sadat a Jerusalém (novembro 1977), à qual se seguiram negociações entre o Egito e Israel, sob os auspícios E.U., e que culminaram com os acordos de Camp David (setembro).
Século XXI
Após o assassinato do Primeiro-Ministro Ytzhak Rabin (Nov/95), o governo - de acordo com seu direito de nomear um dos ministros (neste caso, obrigatoriamente um membro do Knesset - Parlamento Israelense) para exercer o cargo de primeiro-minstro até as próximas eleições - nomeou o Ministro das Relações Exteriores Shimon Peres a esta função. As eleições de maio de 1996 trouxeram ao poder uma coalizão governamental constituída de elementos nacionalistas, religiosos e centristas, chefiada por Benyamin Netanyahu do Likud.
Principais momentos históricos
XVII-VI a.C.
Época Bíblica
XVII
Abraão, Isaque e Jacó - os patriarcas do povo judeu estabelecem-se na Terra de Israel.
XIII
Êxodo dos israelitas, que deixam o Egito conduzidos por Moisés e vagam no deserto durante 40 anos.
XIII-XII
Os israelitas se instalam na Terra de Israel
1020
A monarquia judaica é estabelecida; Saul é o primeiro rei
1000
Jerusalém torna-se a capital do reino de Davi
960
O Primeiro Templo, centro nacional e espiritual do povo judeu, é construída em Jerusalém pelo Rei Salomão
930
Divisão do reino: Judá e Israel
722-720
O reino de Israel é destruído pelos assírios; 10 tribos exiladas (as “Dez Tribos Perdidas”)
586
O reino de Judá é conquistado pela Babilônia. Jerusalém e o Primeiro Templo destruídos; a maioria dos judeus é exilada.
538-142
Períodos Persa e Helenístico
538-515
Muitos judeus retornam da Babilônia; o Templo é reconstruído
332
Alexandre Magno conquista o país; domínio helenístico
166-160
Revolta dos Macabeus (Hasmoneus) contra as restrições à prática do judaísmo e a profanação do Templo
-129
Autonomia judaica sob a liderança dos Hasmoneus
129-63
Independência judaica sob a monarquia dos Hasmoneus
63
Jerusalém capturada pelo general romano Pompeu
63-313
Domínio Romano
63-4
O Rei Herodes, vassalo romano, governa a Terra de Israel. O Templo de Jerusalém é reformado.
20-33
Ministério de Jesus, o Cristo
66 d.C
Revolta dos judeus contra Roma
70
Destruição de Jerusalém e do Segundo Templo
73
Último bastião judeu em Massada
132-135
Revolta de Bar Kochba contra os romanos
313-636
Domínio Bizantino
614
Invasão Persa
639-1099
Domínio árabe
691
O Domo da Rocha é construída em Jerusalém pelo Califa Abd el-Malik, no local dos Templos (Primeiro e Segundo).
1099-1291
Domínio Cruzado (Reino Latino de Jerusalém)
1291-1516
Domínio Mameluco
1517-1917
Domínio Otomano
1860
Primeiro bairro construído fora dos muros de Jerusalém
1881-1903
Primeira Aliá (imigração em grande escala), principalmente da Rússia
1897
Primeiro Congresso Sionista, reunido por Teodoro Herzl em Basiléia, Suíça; fundação da Organização Sionista.
1904-14
Segunda Aliá, principalmente da Rússia e Polônia
1917
400 anos de domínio otomano chegam ao fim com a conquista britânica. Lord Balfour, Ministro de Relações Exteriores britânico declara o apoio ao estabelecimento de um lar nacional judaico na Palestina”
1918-1948
Domínio Britânico
1919-23
Terceira Aliá, principalmente da Rússia
1922
A Liga das Nações confia à Grã-Bretanha o Mandato sobre a Palestina (Terra de Israel); ¾ da área são entregues à Transjordânia, deixando apenas ¼ para o lar nacional judaico. Criação da Agência Judaica, representante da comunidade judaica diante das autoridades do Mandato.
1924-32
Quarta Aliá, principalmente da Polônia
1933-30
Quinta Aliá, principalmente da Alemanha
1939
O Livro Branco britânico limita drasticamente a imigração judaica
1939-45
II Grande Guerra Mundial; Holocausto na Europa, onde 6 milhões de judeus, entre os quais 1,5 milhão de crianças.
1947
A ONU propôs o estabelecimento dos estados árabes e judeu no país. Em 14 de maio de 1948 fim do Mandato Britânico. Proclamação do Estado de Israel.
A partir de 15 de maio de 1948, inicia-se, com a invasão de cinco exércitos árabes, a luta do povo judeu para fazer valer o seu direito de permanecer na terra que Deus havia prometido a Abraão, Isaque e Israel, os patriarcas.

Com amor e carinho do seu Paistor Marcelo Brinholi Proença
Uma Família de Filhos Legítimos

sexta-feira, 19 de outubro de 2007

RECUPERANDO A BENÇÃO DE PEDIR A BENÇÃO Parte 1


TEXTO: NÚMEROS 6:22-27.
INTRODUÇÃO:
Abençoar não é somente liberar palavras da boca para fora.
Deve existir por detrás da palavra liberada uma atitude de fé.
Você precisa crer que tal pessoa, local, bens realmente serão abençoados.
Tudo que é abençoado com uma atitude de fé sempre se multiplicará.
Deus abençoou a terra e tudo o que nela existia se multiplicou.
Gn 1:22.
Deus abençoou Adão e lhe disse frutificai e multiplicai sobre toda a terra. Gn 1:28.
Tudo o que Deus faz Ele o faz com o propósito de multiplicar.
Nós somos o resultado da benção do Pai. Ele nos abençoou primeiro depois nós existimos.
A Palavra que é Yeshuah tem o poder de agir e de multiplicar sobre aquilo que ela foi liberada.
Deus não vai te abençoar hoje aqui, Ele já te abençoou em Cristo Jesus com toda sorte de bênçãos. Ef. 1:3.
Quando fomos criados, fomos abençoados. O pecado matou o homem para que não vivesse debaixo da benção de Deus e sim na maldição. Rm 6:23ª.
Jesus quebrou toda maldição que estava sobre nós. Cl 2:14-15.
Hoje os céus estão liberados sobre nós com toda sorte benção.
O Sumo Sacerdote tinha a responsabilidade de abençoar o povo.
Benção sig. Favor Divino. Meio de felicidade.
A benção que Arão e seus filhos deviam liberar sobre Israel trazia sobre o povo seis pontos.
1°abençoados.
2°guardados.
3°resplandecidos.
4°misericórdia.
5°atenção.
6°paz.
Assim a benção repousava através da palavra liberada pelos sacerdotes.
Hoje os apóstolos, profetas, mestres, pastores, evangelistas, tem o poder de liberar a benção da palavra sobre a igreja.
Considere-se abençoado em Nome de Jesus.

I-A BENÇÃO QUEBRA O JUGO DA MALDIÇÃO. GN 12:1-3.
Havia um decreto de benção sobre a vida e Abraão.
Se tu Uma Benção. A expressão quebra o argumento da maldição e leva Abraão a tomar uma decisão, se ele queria ou não ser uma benção.
A benção liberada na cruz de Calvário quebrou o decreto de morte que estava sobre nós. Rm 6:23b.
Abençoe sempre e não amaldiçoe nunca. Mt 5:44; Rm 12:14; Tg 3:9.


Com Amor E Carinho Do Seu PAISTOR MARCELO BRINHOLI PROENÇA

ATÉ QUE PONTO VAMOS CHEGAR?

O filme intitulado 'Corpus Christi' (O Corpo de Cristo),que vai sair em breve na América do Norte, mostra Jesus mantendo relações homossexuais com os seus discípulos.A versão teatral já se apresentou. É uma paródia repugnante de Jesus.Uma ação concentrada da nossa parte poderia provavelmente mudar as coisas.Você aceita juntar o seu nome no fim da lista? Em caso afirmativo, poderíamos evitar a projeção deste filme que não traz nada de positivo. PRECISAMOS DE MUITOS NOMES em adesão a esta proposta'Quem me confessar diante dos Homens, Eu o confessarei Diante de meu Pai, que está nos Céus.'(Mt 10.32) 'Mas aquele que me negar diante dos homens, também eu o negarei diante de meu Pai que está nos céus.'(Mt 10.33)POR FAVOR: Não faça 'ENCAMINHAR'Desta mensagem, mas sim:SELECIONE TUDO, COPIE (Ctrl+C) e COLE (Ctrl+V) numa mensagem Nova. Depois, acrescente o seu nome no fim da lista e envie-o a todos Os seus amigos. São apenas 2 minutos para algo tão importante.Quando a lista chegar aos 500 nomes, envie-a a: http://by113fd.bay113.hotmail.msn.com/cgi-bin/compose?mailto=1&msg=ED690330-F2D6-4972-BB54-E95E0DE65C3A&start=0&len=46700&src=&type=x&to=homasg@softhome.net&cc=&bcc=&subject=&body=&curmbox=00000000-0000-0000-0000-000000000001&a=1f1669f3328404d7cc82ce8d032b7ac07395147cf7465ac180dbafc5ad674f5e
Com Indignação e desejoso de Justiça seu Paistor Marcelo Brinholi

Comunhão nos torna mais ricos da Graça e do Amor do Pai



Na igreja primitiva, os irmãos tinham tudo em comum. Eles compartilhavam uns com os outros os próprios bens materiais e se alegravam com singeleza de coração nas reuniões nas casas. O Espírito Santo continua soprando sobre sua igreja essa brisa de amor genuíno e puro a fim de nos fazer um povo unido, vitorioso e forte. Compartilhar nos torna mais ricos da graça do Senhor.
Compartilhar
“Todos os dias, continuavam a reunir-se no pátio do templo. Partiam o pão em suas casa, e juntos participavam das refeições, com alegria e sinceridade de coração”. Atos 2.46
Repartir também é resultado direto de permanecer em Cristo; quanto mais perto estou de Jesus, mais tenho fogo e paixão em compartilhar o que ele é, o que ele faz e o que ele fará.
Quando permanecemos, desfrutamos e compartilhamos do que temos vivido e recebido em nosso relacionamento pessoal com Cristo: isto é a vida cristã natural, algo que a religião em si jamais pode nos dar. Como aprendemos na parábola da Videira, Jesus é nossa Videira, Cristo é tudo, dependemos dele em todo tempo. E estando nele recebemos toda seiva pura que precisamos, desfrutamos dela e depois saímos para repartir os frutos que Deus nos dá.
Não existe vida cristã, isolada ou individual. Comunhão é um dos propósitos de Deus para nossas vidas, você foi feito para viver em comunidade.
E de forma prática, compartilhamos nossa vida na comunidade cristã, sendo parte da família de Deus. A igreja é muito importante na sua vida, mais até do que imagina. Pode ser uma família grande ou pequena, bonita ou feia, nova ou velha: é sua família, sua igreja; é o povo de Deus que se reúne para viver em comunidade.
Naturalmente por ser um lugar de pessoas, não existe perfeição, até mesmo porque você faz parte desta comunidade. Você foi colocado lá por Deus não para receber e sim para repartir, compartilhar do que Deus lhe tem dado e feito por você e por meio de você. A igreja é a única organização no mundo que não vive para os seus associados, mas para o mundo. Então, nunca se esqueça: da mesma forma que sua família é muito importante, a família de Jesus também, e ele disse que esta família é um corpo, onde ele é o cabeça. Portanto, se relacionar bem e viver em comunidade, é um desejo de Jesus para sua vida, você foi feito para isto. Sendo assim, “Quem ama a Deus, ame também seu irmão” (1 Jo 4.21).
A forma mais fácil e precisa de definir comunhão é amar a família de Deus, a sua família da fé. Paulo disse: “Escrevo-lhe estas coisas [para que] saiba como viver na família de Deus. Essa família é a igreja” (1Timóteo 3.14-15).
Deus me trouxe à mente o texto de Atos 2.42–47. Leia em sua Bíblia, caso tenha uma em suas mãos. Encontramos neste texto lindo o testemunho da vida comunitária da igreja primitiva para aplicação na minha e na sua vida, e em nossas igrejas hoje.
“Eles se dedicavam ao ensino dos apóstolos, e à comunhão, ao partir do pão e às orações”. (verso 42)
Havia dedicação ao estudo da Palavra paralelamente à comunhão entre eles. Estudo da Palavra que não leve à prática é neofarisaísmo! Você não pode se tornar apenas um conhecedor teórico das Escrituras, não foi para isto que ela foi revelada a nós. Estudo e comunhão, segundo o texto, conhecimento e prática, precisam andar juntos em nossas vidas, do contrário, nunca vamos conseguir compartilhar o evangelho, o pão e o coração com as outras pessoas.
Em conseqüência direta dessa vida em unidade, comunidade, partilha e comunhão cristã, havia entre eles temor, estavam cheios de temor. E aí está o segredo do crescimento e da prosperidade da igreja. Em virtude da unidade, Deus operava poderosamente por meio deles e no meio deles, de forma tremenda, contagiando toda cidade!
Outra questão muito importante, que preciso relembrar é que para repartir você não pode priorizar bens materiais; versos 44 e 45: “Os que criam tinham tudo em comum... e vendiam suas propriedades e distribuíam, conforme as necessidades.” Os que criam, tinham vida em comum: compartilhavam vida! Bens materiais são meios e nunca um fim em si mesmos. O que você tem feito com o que o Senhor tem lhe dado?
Deus o orienta a vender propriedades que tiver em excesso e repartir com os que mais precisam e com o Reino de Deus. A Bíblia nunca nos mandou vender a nossa casa e dividir os bens, nos manda repartir o que temos a mais. Veja dois exemplos:
Primeiro: Em Atos 4.36, Barnabé vendeu um terreno e entregou o dinheiro na igreja (aos pés dos apóstolos).
Segundo: Em Atos 5.42, temos a informação que os cristãos se reuniam diariamente nas casas e no templo para estudar e pregar a Palavra de Deus. E também aqui no versículo 46, as pessoas tinham suas casas.
Se você valoriza mais o seu trabalho, o dinheiro, sua posição, profissão, carreira, e em seu radar não existe espaço para o próximo, você está vivendo em pecado. Se você não tem tempo, recursos e habilidades para compartilhar com Deus, por meio de pessoas e da igreja, algo está errado. Você não foi criado para viver para si mesmo, porque vivendo dessa forma nunca terá realização e satisfação. Você foi feito para repartir e viver em comunidade, você é um ser espiritual e social. Então reparta.
E assim eles viviam num ambiente de paz, porque a vida comunitária, pelo vínculo da fé em Cristo, gera este ambiente. No verso 46 está escrito: “Todos os dias, continuavam a reunir-se no pátio do templo. Partiam o pão em suas casas, e juntos participavam das refeições, com alegria e sinceridade de coração”. E assim pode ser na sua vida também.
Com Amor e Carinho Do Seu Paistor Marcelo Brinholi

sexta-feira, 12 de outubro de 2007

UNIDADE: A EXCElÊNCIA DE UM POVO QUE MULTIPLICA


TEXTO: SALMO 133:1-3.
1-Oh! Quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união!

UNIDADE: A EXCELÊNCIA DE UM POVO QUE MULTIPLICA
Parte 1.
O Salmo de Davi nos traz uma revelação tremenda sobre o poder da unidade n a igreja de Jesus.
Jesus orou para que seus discípulos fossem conhecidos pela unidade, por quatro vezes Ele orou por nós.
...”para que sejam um, assim como nós”... João 17:11.
...“para que todos sejam um, como tu, ó Pai, o és em mim, e eu, em ti”... João 17:21.
...“para que sejam um, como nós somos um”... João 17:22.
...”para que eles sejam perfeitos em unidade”... João 17:23.
Davi diz que a unidade produz no nosso intimo dois sentimentos fantásticos.
Primeiro, ele diz que a unidade é boa.
Significa que ela não é ruim, não traz incomodo, não produz nenhum tipo de irritação, na verdade ela é muito boa, é maravilhoso saber que o nosso irmão é um comigo, é bom saber que as ovelhas entendem a voz do seu pastor, do seu líder.
Segundo, ele diz que é suave.
Ela realmente é agradável! Não entramos em choque, não estressamos ninguém, não somos pesados para o nosso próximo, porque somos um na visão.
Não há um jugo na visão, todos foram chamados para frutificar em todas as áreas da sua vida. A visão é do Espírito Santo, ninguém pode feri-la.
A unidade entre irmãos constrói um teto no mundo do espírito que impede qualquer ação de satanás contra a igreja.
Só conquistamos um território quando dominamos o inimigo. A unidade domina o inimigo!
Na verdade ninguém pode impedir uma igreja assim de crescer.
Estamos na visão celular no modelo dos doze, essa visão precisa ser entendida no espírito, ela é uma visão do Espírito santo para despertar a igreja do comodismo e levá-la à unção que sara o útero do povo de Deus para multiplicar, para gerar uma multidão de filhos legítimos.
Você faz parte dessa visão! No dia 26 de agosto estaremos completando 4 anos na visão, será uma grande festa com todos os nossos 720 discípulos das nossas células, todos já estão convocados, você não vai perder, serão 4 dias de festa, um dia para cada ano!
Convoco você como minha ovelha, como meu discípulo a andar nos passos da visão e galgar o êxito que está preparado para você, sua família, sua célula e seu trabalho.
É um novo tempo, tempo de unidade, tempo de excelência, tempo de multiplicação sem limites, tome posse dessa profecia, nós somos 1500, em 2008 o Brasil será outro! Em 2010 o Brasil aos seus pés!
Seja apaixonado por esta visão, permita que o Espírito Santo ministre sobre sua vida essa visão, não seja como muitos que por serem irrepreensíveis, intratáveis, assassinos de irmãos, se desviaram da terra que emana leite e mel, se desviaram da visão, acusaram a visão, culparam a visão dos seus próprios fracassos e não reconheceram que estavam desviados.
Eu profetizo que satanás não roubará a semente que foi lançada no seu coração, ela crescerá e frutificará 100x1 em nome de JESUS, RECEBA!
Somos um povo que não se desvia nem para esquerda nem para a direita e nem empresta os ouvidos para satanás, mas que entende que os ouvidos do Senhor estão atentos ao nosso clamor e os seus olhos fitados na nossa igreja e nas nossas células. Líder você é um instrumento que Deus tocará as mais belas canções e impactará as nações da terra, discípulo o seu testemunho transformará favelas em palácios!
Somos um povo de uma só visão e uma só linguagem!
Amo vocês!
A unidade tem o poder de atrair a presença da Glória de Deus!
COM AMOR E CARINHO DO SEU PAISTOR MARCELO BRINHOLI

quinta-feira, 11 de outubro de 2007

ANDANDO NA EXCELÊNCIA



TEXTO: GÊNESIS 6:9; 7:6-10.

· Excelência fala daquilo que é bom que seja feito com perfeição.
· Ser excelente fala de obediência, com ela seguimos as regras.
· A excelência deve ser aplicada em todas as áreas da nossa vida.
· Se aplicar excelência naquilo que faço, meu salário melhora agrado aos homens e a Deus.
· O Espírito Santo quer nos levar a um nível sobrenatural na excelência.

Adão e Eva tiveram três filhos que trazem seus nomes em destaque na bíblia sagrada. CAIM, ABEL e depois SETE.
Caim é a linhagem do pecado. Gn 4:17-25.
Abel é a linhagem da adoração. Gn 4:26; 5:6-32; 6:9.
A primícia de Abel abençoou sua geração.
Pela fé a oferta de Abel foi mais excelente do que a de Caim. Hb 11:4.
Fazemos parte da geração de Caim, a geração que caiu, mas foi resgatada pelo sangue do Cordeiro daquele que Vive e Reina para sempre.
Noé recebe uma palavra profética de seu no seu nascimento. Gn 5:29.
Deus chama Noé para fazer uma grande obra, construir uma Arca.
A Arca fala de livramento.
Fala também de Salvação.
Também nos mostra a presença da Glória que nos guarda do mal.
A Arca é a preservação dos Princípios de Deus em nós (tábuas dos dez mandamentos), da frutificação da Igreja (a vara de Arão), da Palavra que é o nosso Pão diário (o Maná). Hb 9:4.
Houve 40 dias de chuva sobre a terra.
40, fala de um novo tempo na bíblia.
40 dias de chuva. Marca um novo tempo. Uma nova geração.
40 anos de treinamento para Moises no Egito. Marca um novo tempo. Treinado como homem.
40 anos pastoreando. Marca um novo tempo. Aprendendo paciência.
40 anos conduzindo o povo para Canaã. Marca um novo tempo. Posse da terra.
40 dias e 40 noites em oração e jejum no monte Sinai. Marca um novo tempo. Os 10 Mandamentos.
40 dias para espiar a terra prometida.
40 dias Golias desafiou o povo de Israel.
40 dias para Nínive se arrepender.
40 dias Elias caminhou em jejum no deserto. Marca um novo tempo. 7000 profetas.
40 dias e 40 noites Jesus orou e jejuou. Chegou o tempo da graça.
40 dias Jesus apareceu para seus discípulos.
Hoje o Senhor nos convoca a construirmos uma Arca para o mundo inteiro através do Evangelho de Jesus. Nova Jerusalém!
I-A EXCELENCIA ATRAI OS OLHOS DE DEUS. GN 6:7, 8.
Não dá para agradar com o relaxismo.
Deus se agradou de Noé porque ele já era excelente no que fazia.
Muitos esperam receber uma função na igreja ou em qualquer outro lugar para tentar fazer com excelência. Sinto muito mais não conseguira.
A excelência deve ser praticada no dia, é um treinamento, isso Noé fazia.
A excelência desperta Deus a confiar em nossas mãos uma grande obra.
II-A EXCELENCIA DESPERTA A IRA DOS INIMIGOS DE DEUS. Mt 24:37-39.
Nenhum deles se preocupou com a mensagem de Noé.
Os inimigos talvez chamassem Noé de louco quando este pregava a Justiça de Deus. II Pe 2:5.
José foi perseguido pelos seus irmãos, porque era um homem de excelência,
José amava os pais, era integro, não era enganador, mentiroso, imoral, ele era fiel.
Fomos chamados para a excelência, e isso despertará o inimigo.
Mas somos mais que vencedores em Cristo Jesus.
III-A EXCELENCIA SUPORTA AS TEMPESTADES. GN 7:17-19.
Tudo que é feito com excelência terá resistência a tempestades.
Noé não fez a Arca do jeito que ele quis, ele fez do jeito de Deus.
Quando andamos na excelência podemos suportar as tempestades da vida.
A casa construída sobre a areia não resistiu, mas, a que foi construída sobre a Rocha foi construída com excelência.
Hoje você será batizado com o batismo da excelência, e não haverá tempestade que possa derrubar você.
IV-A EXCELENCIA NOS LEVA PARA OS LUGARES ALTOS. GN 8:3, 4.
Após o dilúvio, a tempestade, Deus levou Noé e sua família para os montes.
Noé pôde ter uma visão ampla da nova terra que Deus lhe daria.
Sempre após a tempestade Deus nos levará para os lugares altos.
Em Cisto Jesus fomos colocados nos lugares celestiais. Ef 2:6.
Dos lugares baixos só conseguimos ver montanhas.
Dos lugares altos podemos contemplar toda a terra.
Você já está nos lugares altos comece então a contemplar toda a terra.
Você foi chamado para viver nos lugares altos.
Assim como a águia habita nas alturas você também habitará.
CONCLUSÃO:
“SEJA EXCELENTE PARA O BEM, E INOCENTE PARA O MAL, PORQUE O DEUS DE PAZ ESMAGARÁ A SATANÁS, SOB OS NOSSOS PÉS”.
RM 16:19,20.
COM AMOR E CARINHO DO SEU PAISTOR MARCELO BRINHOLI